Saúde

Conectando corações: a incrível relação entre mãe e recém-nascido.

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Podcast Mãe recém-nascida

Olá leitores tudo bem?

O livro de hoje como o título traduz é para as mamães. Chama-se “Mãe recém-nascida” da escritora Thaís Vilarinho da Buzz Editora.

A Thaís Vilarinho é mãe dos adolescentes Matheus e Thomás. Ela tem mais de 1,5 milhão de seguidores nas redes sociais.

É autora do best-seller Mãe fora da caixa.

O livro deu origem à peça teatral de mesmo nome, que é um sucesso nos palcos. Seu segundo livro, Mãe recém-nascida, se tornou essencial para muitas grávidas. Ele é o livro de cabeceira de puérperas em todo o país. Sensível na arte de escrever sobre maternidade e fonoaudióloga de formação, Thaís também é autora de três livros infantis.

Então recebendo a sugestão de leitura vamos comentar.

A escritora relata em suas 205 páginas a magia de ser mãe.

Tem dicas, conselhos, situações vividas, o papel do pai, dos avós, dos padrinhos entre outras coisas.

É fácil de ler e no final de cada capítulo tem exercícios para você praticar.

Esses exercícios você pode escrever ou meditar. Assim como você desejar.

Os depoimentos de outras mães também esclarecem e ampliam este grupo tão admirado e que trabalha muito.

A escolha do parto, médico, quem vai ajudar, a carreira, as noites sem dormir ou tomar banho também são citadas.

O livro é bem interessante, contudo, em certos momentos achei repetitivo o assunto.

O preço está muito bom para audiolivro e livro digital, mas caro para livro físico.

A capa é linda e internamente tem algumas ilustrações.

Selecionei algumas citações para as mamães se conectarem com o livro.


A maternidade escancara cada detalhe escondido da nossa personalidade, da nossa história, da nossa identidade.

Abre portas, janelas, gavetas e até baús trancados a sete chaves. Ela tira a gente da caixa. Muda tudo de perspectiva. Nos coloca de frente com quem realmente somos e nem sabíamos.”

Batemos de frente com a filha que fomos e com a mãe que tivemos. Chega a hora de separar o que queremos carregar das nossas mães e o que não queremos nem pensar. Arrisco dizer que é eterno.”

“O que importa é tirar de aprendizado que talvez a maior sabedoria de maternar seja entender que há dias de caos, há dias de choro, há dias de alegria, há dias de paz.”

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Esta foi a dica de hoje, até o próximo comentário.

Adriana Mellado

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